Portuguese National Anthem - A Portuguesa
A Portuguesa
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo,
O esplendor de Portugal
Entre as brumas da memória,
Ó pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória.
Às armas! Às armas!
Sobre a terra e sobre o mar!
Às armas! Às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu
Brade a Europa à terra inteira
Portugal não pereceu!
Beija o solo teu jucundo
O oceano a rujir d'amor
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
[coro]
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco d'uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios d'essa aurora forte
São como beijos de mae
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
A Portuguesa, the national anthem of Portugal, was written by Henrique Lopes de Mendonça (lyrics) and Alfredo Keil (music) after the nationalist resurgence provoked by the British Ultimatum (for Portuguese troops to get out of the territory between Angola and Mozambique), was adopted as a Republican anthem and, finally, by the new Portuguese Republic in 1910 as National Anthem, replacing O Hino da Carta, the last anthem of the Constitutional Monarchy in Portugal.

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